Centro Cultural Abrigo dos Bondes – Espaço Antônio Callado.

Centro Cultural Abrigo dos Bondes – Espaço Antônio Callado.
O nome duplo faz referência à história do imóvel (que foi um abrigo de bondes) e homenageia o escritor niteroiense Antônio Calado.
O edifício foi construído em 1906 para abrigar a usina e as oficinas de reparos dos bondes da cidade de Niterói, que, no ano anterior, tiveram seu sistema de tração animal convertido em elétrico.
Na década de 60, a introdução dos trólebus nas ruas da cidade e a criação da Serve (Serviço de Transporte Coletivo do Estado do Rio de Janeiro), mais tarde transformada em CTC-RJ (Companhia de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro), marcou o fim dos bondes. Com isso, teve início a decadência do prédio, que passou a funcionar como garagem de trólebus e depois de ônibus.
No início da década de 70, o prédio foi reformado, tendo uma parte demolida para permitir o alargamento da rua Marques do Paraná, necessário para construção dos acessos para a Ponte Rio-Niterói Pode-se observar que, com isso, o prédio ficou assimétrico.
Na década de 90, a CTC-RJ havia sido extinta e o antigo abrigo dos bondes estava abandonado. Em 1992, a Prefeitura de Niterói e a Secretaria Extraordinária para o Programa Especial de Educação do Rio de Janeiro, comandada por Darcy Ribeiro, elaboraram um projeto para instalar, no local, um Centro de Educação Ecológica. No entanto, a ideia não saiu do papel
Mesmo assim, devido ao seu valor histórico e arquitetônico para a cidade, a Prefeitura de Niterói tombou provisoriamente o imóvel em 7 de abril de 1993. Mais tarde, um acordo entre a Prefeitura e uma rede de supermercados permitiu a criação do Centro Cultural Abrigo dos Bondes, inaugurado em 10 de junho de 2009. A empresa revitalizou o prédio e foi autorizada a instalar, nele, uma de suas lojas.

Rua Marquês de Paraná, 100 – Centro
Tel.: 2620-8169
Entrada Gratuita Segunda a Sexta, das 9:00 às 17:00 horas Sábados e Domingos das 11:00 às 16:00

Igreja Nossa Senhora da Conceição

Situado no salão Nobre da Igreja Nossa Senhora da Conceição da Cidade, funciona em horário experimental, no primeiro domingo de cada mês. Possui rico acervo de valor histórico e religioso, como uma Pia Batismal em mármore do século XVIII, pratarias do século XIX, imagens de arte imaginária dos santos esculpidas em madeira do século XIX, entre outros.
A peça de maior importância é um Relicário do século XVIII, com fragmentos da Cruz de Cristo, o que contempla a cidade de Niterói com grande louvor. Na Sexta-Feira da Paixão, o Relicário sai para veneração.
Rua da Conceição, 216 – Centro
Tel.: 2717-0154
1° Domingo do mês, das 9:00 às 11:00 horas
Entrada Gratuita

Fonte: Neltur

Museu no Ingá

Construída por volta de 1860 pelo médico José Martins Rocha, o palacete foi definido como sede do governo pelo Governador Nilo Peçanha em 1904. Durante os anos seguintes, o palácio teve 43 ocupantes entre governadores interinos e interventores federais.
Com a fusão dos estados do Rio e da Guanabara, foi criada a Fundação Estadual de Museus do Rio de Janeiro, sendo o Palácio Nilo Peçanha utilizado para a implantação do Museu de Artes e Tradições Populares, inaugurado em 18 de Março de 1976, e do Museu Histórico do Estado do Rio de Janeiro, inaugurado em 23 de Março de 1977. Os dois funcionaram como unidades administrativas independentes, ocupando o mesmo espaço. Em 1991, através de decreto, passaram a constituir uma única unidade, denominada Museu de História e Arte do Estado do Rio de Janeiro.
O acervo é constituído de, aproximadamente, 4.800 peças entre mobiliário, porcelana, acessórios de indumentária, cristais, esculturas, fotografias e numismática, destacando-se peças . Possui cessão de uso da Pinacoteca Lucílio de Albuquerque com cerca de 120 obras de diversos artistas, destacando-se peças do Mestre Vitalino, Zé Caboclo, Carrancas do Guarani e esculturas de Mudinho. Entre as variadas expressões de cultura popular, destacam-se peças de indumentária e complementos de folguedos e danças folclóricas, artesanato fluminense e de outros estados, instrumentos de trabalho doméstico e rural, objetos afro-brasileiros, objetos representativos de festas populares, adornos e utensílios domésticos, brinquedos, ex-votos, literatura de cordel, artesanato indígena etc.

Rua Presidente Pedreira, 78 – Ingá Tel.: 2717-2903 E-mail: museudoingaeducativo@gmail.com
Visitação:Visitação livre: De Quarta a Domingo, das 12:00 às 17:00 horas Feriados: Fechado Visitas Guiadas: Quartas, Quintas e Sextas das 10:00 às 17:00 horas

Fonte: Neltur

Museu Arqueológico de Itaipu

O Museu de Arqueologia de Itaipu tem como objetivo principal o desenvolvimento de um programa educativo-cultural voltado para as escolas e a comunidade local, através da divulgação de material arqueológico pré-histórico. Seu acervo é composto por objetos testemunhos dos povos que viveram na região antes de 1500 e traduzem elementos de sua cultura material. São machados de pedra, pontas de ossos, lascas de quartzo com variadas funções, polidores, peças cerâmicas e conchas provenientes dos sítios arqueológicos do litoral fluminense. Boa parte dessa coleção foi doada ao Museu pelo antigo agente federal de fiscalização de pesca e arqueólogo amador, Hildo de Mello Ribeiro, que viveu em Itaipu por cerca de 20 anos.
Aberto ao público pela primeira vez, em 1977, o Museu dispõe de sala para exposição de material arqueológico e espaço para exposições temporárias e eventos na antiga Capelinha do Recolhimento. As visitas guiadas, dirigidas em especial a estudantes do pré-escolar e do 1º grau, devem ser marcadas com antecedência na secretaria do Museu.
Praça de Itaipu, s/n – Itaipu, Niterói
Tels.: 3701.2994 / 3701.2966
Visitação: De Segunda à Sexta, das 10h às 17h. Sábado e Feriado, das 9h às 16h. Visita orientada deve ser marcada com 1 semana de antecedência.
Ingresso: R$ 2,00 Estudante paga meia e idosos a entrada é gratuita.

Fonte: Neltur

Museu Antonio Parreiras

Foi criado em 1819, para preservar e divulgar a obra do pintor niteroiense Antônio Parreiras. O museu inclui uma casa, um atelier com exposição permanente de significativo acervo sobre a arte nacional e estrangeira, com diferentes tendências estéticas.
Rua Tiradentes, 47 – Ingá, Niterói
Telefones: 2717 1000 / 2717 1414
Fechado para restauração. Pesquisas devem ser agendadas através do telefone.

Fonte: Neltur

Praia da Flechas

Há duas hipóteses para sua denominação: a primeira relacionada às flechas utilizadas pelos índios; e a outra, a mais provável, supõe que derivou da planta abundante nos brejos locais, da qual se originam a flecha e a paina da flecha. Possui 400m de extensão. Pequena, mas de grande beleza, está localizada entre as praias da Boa Viagem e a de Icaraí. Dela, pode-se ver as duas pedras históricas: Pedra do Índio (semelhante a cabeça de um índio com cocar) e a Pedra de Itapuca (do tupi, pedra furada) que inspira poetas e pintores.

Foto e Fonte: Neltur